Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Spanish, Arte e cultura, Cinema e vídeo, Livros, Filosofia, Antropologia



Histórico
 18/12/2005 a 24/12/2005
 27/11/2005 a 03/12/2005
 20/11/2005 a 26/11/2005
 13/11/2005 a 19/11/2005
 02/10/2005 a 08/10/2005
 25/09/2005 a 01/10/2005
 18/09/2005 a 24/09/2005
 04/09/2005 a 10/09/2005
 28/08/2005 a 03/09/2005
 14/08/2005 a 20/08/2005
 07/08/2005 a 13/08/2005
 31/07/2005 a 06/08/2005
 24/04/2005 a 30/04/2005
 20/03/2005 a 26/03/2005
 06/03/2005 a 12/03/2005
 27/02/2005 a 05/03/2005
 06/02/2005 a 12/02/2005
 30/01/2005 a 05/02/2005
 23/01/2005 a 29/01/2005
 16/01/2005 a 22/01/2005
 09/01/2005 a 15/01/2005
 02/01/2005 a 08/01/2005
 26/12/2004 a 01/01/2005
 19/12/2004 a 25/12/2004
 12/12/2004 a 18/12/2004
 05/12/2004 a 11/12/2004
 28/11/2004 a 04/12/2004
 21/11/2004 a 27/11/2004
 14/11/2004 a 20/11/2004
 07/11/2004 a 13/11/2004
 31/10/2004 a 06/11/2004
 24/10/2004 a 30/10/2004
 17/10/2004 a 23/10/2004
 10/10/2004 a 16/10/2004
 03/10/2004 a 09/10/2004
 26/09/2004 a 02/10/2004
 19/09/2004 a 25/09/2004
 12/09/2004 a 18/09/2004
 05/09/2004 a 11/09/2004
 29/08/2004 a 04/09/2004
 22/08/2004 a 28/08/2004
 15/08/2004 a 21/08/2004
 08/08/2004 a 14/08/2004
 01/08/2004 a 07/08/2004
 25/07/2004 a 31/07/2004
 18/07/2004 a 24/07/2004


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 Devaneios de Sonhadora II - Meus Mimos
 **Viagem Pelo Tempo** - Meu Fotoblog
 "IDENTIFICAÇÂO PESSOAL" - Meu MSN Space
 Meu P@ss@tempo
 ###Só Pro Pessoal Autorizado###
 Várias Coisinhas
 CAMPAGNOL - Amigo para todos os momentos
 "Para Ler e Pensar"- Heldemarcio Ferreira
 Blog da Bruxinh@
 "Doce Veneno Gifs"
 MAGIA GIFS
 *Gifs By Eze*
 Encomendas Para Vc
 Encomendas Para Vc 1
 ^.^ Bricolage Virtual ^.^
 **Doces Assinaturas**
 O Menestrel e o Dragão
 Aprendo Criando
 Comunidade Blogueira
 Simplesmente Simone
 Palavras Soltas
 Jovem Senhor
 .::Algo tão doce!...::
 Portal dos Cantinhos - PSP e Animation Shop


 
Devaneios de Sonhadora


DEIXANDO AFLORAR........

 
                                                  
 
 
Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente...
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros. Mas ser transparente é muito mais do que isso.

É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a
gente sente... Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as
máscaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que
insistimos tanto em nos empenhar para levantar...

Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche,
transborde! Mas infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.

Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser... Preferimos nos perder numa busca insana por respostas
imediatas a simplesmente nos entregar e admitir que não sabemos, que
temos medo!

Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos
distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção...

E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos... Não porque sejamos pessoas
mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado...

Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já
não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar... doçura, compaixão... a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos... daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar àqueles que mais amamos!

Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar,
agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer: "você está me machucando... pode parar, por favor!". Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro. Quando, na
verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor...

Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura! Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencíveis...

Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto... Que consigamos docemente viver... sentir, amar...

E que sua vida seja toda coração, muito mais sentimento, inundada de um amor transparente, apesar de todo o risco que isso possa significar...
                                                           
 
                                              
 


Escrito por Estrela às 17h55
[] [envie esta mensagem]



SÓ.........4º e última parte. depois destes devaneiossolitários me sinto refeita e pronta para VIVER!!!!!!!!!

                                       Assine meu Livro

 

Na noite tarde o que resta é meu corpo lá. Não sei quando perderei essa dor de perder a casca, a casa do ser não importa tanto, não importa nada, pelo menos pra mim, não me interessa o material, se tantas se erguem e nada se constrói, são caixas vazias com almas perdidas dentro delas, a libertada em busca de uma vida material não vale a gota de orvalho que cai, pois a natureza se renova e tua alma não, apenas envelhece apodrecida pelos teus atos impensados, pelas amarguras que deixaste pelo caminho em busca do teu Metal Material.

Só o ser é uno solitariamente nu, a vida inteira tenho construído essa casca que me expele e me retém escrava da construção, construir é viver, terminar a casa é terminar-me é expulsar-me da casca construída  Pense nisso quando tiveres um amor, antes de tudo o Amor, se vieres acompanhada dos dotes melhor pra ti, mas não faça deles a busca de tua curta vida terrestre.

Foi fácil me acostumar com a solidão, pois ela nunca esteve longe, ela nunca deixou de estar, mas houve, no entanto um difícil momento mudar o destino da tarde, mudar o rumo da minha vida, foi de repente que percebi o quanto fui tola, o quanto é tolo quem ama, aahhh com certeza me chamarão de louca ou de uma fraca desiludida. Mas a verdade de ontem, EU,  hoje é castrada em si mesmo, por si mesma, pela eternidade que me engolirá se a dor deixar, dor não é do amor não, é dor física que vem não sei de onde, nem sei o pq.

Solidão Solidão!!!

Quando achei este poema de  Batista de Lima, chorei ao ver nele uma parte de mim que não conseguia colocar em letras, achei o caminho com a guia do Mestre, obrigado Batista de Lima que fez em sua linhas encontrar meu texto e assim quando procurei o poema te vi mais uma vez,  Vi também uma dor sangrando solitária. E assim Batista de Lima,Termina sua obra de arte e não poderia deixar de colocá-lo aqui, pq faz parte de mim tb este final

Nos nossos bolsos pulsam

os meninos que enxotam o demônio

escondido num cupim

Nos nossos bolsos

pulsa o destino do poetar

o revirar cada coisa para

desvendar seus mistérios

enquanto meus mistérios

para trás vão ficando

cada vez mais distantes

cada vez mais distantes

Estrela

 

Se a solidão é meu destino que seja um destino pelo menos doce.



Escrito por Estrela às 10h45
[] [envie esta mensagem]



SÓ.......3º parte

                    Assine meu Livro

 

Solidão solidão!!!

Estamos em pleno mar e não há mar nenhum. Estamos em pleno sono e não há qualquer sonho,   só minha mão como um rosto cortando em muitos o luar. O que dói na solidão é ter. Ter é estar preso pesar pesadamente fixo. Não ter é poder voar. Leve levo-me às alturas, lavo-me candura com o vôo esculpido no azul que o céu me brinda lá fora.

A solidão eixa e desleixa em roda quanto mais vemos menos vivemos, perder o azul do firmamento deixar de extrair gerânios das pedras e de suas raízes deixar de pentear os raios do sol,  desarredondar a lua em luares atravessados um delírio espesso vasto berro de barro vagido e gozo  vôo espargido de sonho,  suspiro e loucuras de madrugadas insanas que vivi.

Minha solidão é nódoa grudada no ombro esquerdo do corpo onde jaz a mala das minhas desventuras. Recupera aquele instante em que nossos dedos se tocaram e nos perdemos diante das nossas loucuras e fantasias. Recupera o instante anterior ao toque quando a correnteza era mais forte em mim, o despencar mais vertical retendo aqui esse abismo que me engole.

Recupera teu pai e a cuia que enchamos de esperanças antes do leite materno que pouco veio, cedo secou. Recupera as águas que nos levaram e lavaram nossos sais de desejos incontidos dentro de nossa intimidade voou pra longe, pra onde poderia se libertar e ser real.

Recupera as curvas dos caminhos. Recupera o fogo de monturo em nós. Essa é a lei a lei do amor e da desilusão, quem ama sofre, quem ama chora, quem ama hoje amanhã é solidão, Se não me queimo não posso iluminar se não te firo não extraio de ti o coração

Estrela



Escrito por Estrela às 12h13
[] [envie esta mensagem]



SÓ..... 2º parte

O que mais fere na solidão é sua inscrição cravada em brasa no braço inútil do verso uma família em torno da mesa comendo pratos de silêncio, uma vida dividida em pedaços inúteis. O que vale na verdade é a lei do Material, pobre da alma que deve se contentar com as migalhas oferecidas pelos humanos, fui vencida por não querer ser mais, fui vencida por não querer dar mais do que eu podia, quem casa quer casa. Assim fui traída pelo desejo mundano da alma do homem que quer ser mais do que pode ser.                                            

O que mais dói na solidão é perder de mim os outros que carrego o segundo contra o primeiro o terceiro que instiga o quarto que dorme o quinto que inicia uma infinidade de outros. Ser todos e não ser nenhum eis a lei do cão, supere seu adversário. A lei do amor não se vale mais, eu me vejo só como uma tola navegando a deriva por mares que não sei dizer pra onde vai, a vida se perde em dores que sinto me corroer por dentro, cansada da vida bandida, a vida sedenta de vida, a vida entregue a morte conduzida pela solidão dos vencidos. Eu confesso, me rendo, não há mais porque lutar, o coração não agüenta mais o peso das maldades e desilusões.

O que dói na solidão é essa batalha que não acaba mais entre guerreiros invisíveis enquanto um boi passeia nas nuvens e uma bicicleta muge já que os verdes anos foram nulos para quem nasceu maduro para quem perdeu o ciso na primeira dentição.

Qual o adeus que dói mais? Aquele que termina uma vida ou aquele que deixa uma leve dúvida no ar com a seguinte frase, eu ainda te amo, não vou deixar de te amar? Que amor é esse que abandona a vida amando, que se vai sem ir? A falsidade que domina meu ar, que apunhala meu peito e a mesma que diz que me ama.

                                                                                                        

O que mais dói na solidão é ter na mão uma chave que nada abre que nada fecha, estas encruzilhadas de meu caminho onde vejo gente vindo, onde vejo gente indo, mas ninguém senta ao lado, no velho banco da amizade e segura a mão. Essas portas que não abrem nos corredores do meu destino, se abre nada existe e se existe se mostra falho, fraco, distante, frio e falso.

O que dói nessa solidão é andar por estes caminhos úmidos e sombrios sem ter a mínima idéia de para onde ir, onde chegar, sem ter o colo acolhedor de quem amo. Dói saber que se foi o amor porque buscava a liberdade que via nos outros, uma falsa liberdade que mal sabe ele aprisiona alma vendendo seu corpo por míseros prazeres materiais baratos diante da eternidade, pois do pó vieste ao pó retornarás, sem levar contigo a matéria que te sustenta em vida. Pobre dos corações humanos que julgam a matéria como a força que empurra pra frente, sem perceber que empurram pro abismo dos infelizes.

O que mais dói na solidão é não se poderem conter  os fantasmas que teimam em saltar das sombras de cada canto. São essas cobras passeando em nossa cabeça serpentário infindável.

São as vozes do passado implorando por mais um minuto, são as saudades perdidas num tempo que não volta mais, são suspiros de um coração meu que sabe tudo que viveu, sabe do doce sabor dos beijos e do embriagante perfume da loucura. Mas sabe que acabou, pois não a olhos para o passado, recordar é parar a vida e esperar a morte, só existe uma maneira de esquecer o que passou, vivendo novas loucuras, novos amores que também serão passado num futuro próximo e cruel.

Difícil conviver com a inesgotável solidão mais difícil mesmo é compôr o verso, esse verso que mostra minha alma perdida num tempo de desesperança e dor, se a morte não vem, o passado não volta e o presente não existe, só  resta eu  sentar no vácuo do tempo e esperar tempos melhores.

O que mais dói não é tua ausência, mas tua presença estando longe. Lembra-te pois do açude onde as águas das loucuras por muito bebemos que ainda nos guardam em lágrimas de cumplicidade onde poucos chegaram, onde poucos chegarão. Mas da mesma forma que dói a solidão me alegro em tê-la comigo, pois quando tinha a companhia se mostrou assassino, hoje curada de um passado sujo de tantas idas e vindas, mas que agora desejo bem longe dos meus cortes e dores.

Lembra-te da porta marcada pelos mistérios de estar fechada da casa retendo a mesa onde saboreávamos os silêncios familiares e escrevíamos a história da solidão no livro branco do cotidiano, lembra do meu quarto com as parede amareladas a cama feita no chão, lembra das aventuras das madrugadas e as juras de amor feitas em nome do eterno, lembra das paredes que guardam segredos que teimam em ser revelados, lembra de mim escrava do prazer e da luxúria, mas lembra do pai que ama a filha e por ela mata o dragão e se for preciso se mata, lembra de não falar mal destas coisas e nem distorcer a história em busca da sua salvação, lembra disso e muito mais porque A solidão mora lá e é manca e usa bengala preta e óculos no nariz e se veste de uma veste que nunca muda e tem numa mão fechada a chave da nossa libertação e  na outra a foice que carrega em si a o ponto final de nossa história.

Mas a melhor parte é fazer você entender que morri, que não há mais retorno, porque não há mais desejo , não há mais força pra tentar novamente, eu escolhi morrer assim morro só mas morro limpa de corpo e alma. Se a solidão é o lacre do fim da minha vida que seja então, mas nunca mais venha me atormentar com seus fantasmas do passado buscando ainda um sussurro de vida onde não há mais. Tu pediste-me a liberdade, eu te devolvo a vida que não tenho mais, segue teu caminho em paz, que meus fantasmas não te seguirão nunca, como você sabe nem a mim mesmo corro taras.

Solidão solidão!!!

 Estrela



Escrito por Estrela às 17h25
[] [envie esta mensagem]



SÓ..... 1º parte

Está é a primeira parte de um texto um pouco comprido que colocarei aos poucos.

Se a solidão é meu destino que seja um destino pelo menos doce.

O que faz mais dura a solidão é tirar de mim o que me falta, o que me consome e a noite não supri, o que mais dói é a força do punhal cravado em minhas costas. O que mais dói é olhar pra trás e não enxergar a vida que passou, olhar pra frente e não ver a vida que virá.

O que faz doer a solidão é sua sede é ter que arrancar destas entranhas um oceano de pedridade de quem freqüentou a escola das facas onde o que corta não é o gume mas a falta da lâmina.

Se errei e hoje me vejo só, foi pura inocência de quem amou a alma e não a matéria, vi meu destino passar por mim, vi lá longe eu menina correndo, me lembrei da doce juventude perdida que não volta mais. Sento a boca seca que em cima dos versos de Batista Lima escrevo minha alforria de tudo que não fui, de tudo que não sou.

O que fere não é a dor é sua ausência assassina pendurada nos cabides da alma O que dói na solidão é ter que amar e amar é perder uma banda é extrair um bonde de um homem é extrair um bosque de uma mulher. Eu perdi a vida, ganhei o amargo gosto  da companheira solidão que invade minhas entranhas e poros, me sinto fraca diante do mundo, eu que já fui Rainha de batalhas memoráveis de amores estonteantes e loucos. Mas todos temos um dia que secar a fonte da conquista e viver das glórias do passado.

 Estrela



Escrito por Estrela às 20h55
[] [envie esta mensagem]



Corpo Ausente..Mão , Lembranças, Sentidos Presentes

 
 
 

 

Que coisa incrível
Senti tua mão ausente
Acariciando meus cabelos
Tocando minha face

A saudade faz milagre
Ou perturba muito
Divagando em sonhos te senti
Masturbando minh'alma,
...a mão ausente 

Não sei se em prantos caio
Se lamento tua ausência
Se permito o toque ausente
Conflito do sentir

Sinto um desejo selvagem
Incontrolável e insaciável
Um fogo percorre a pele
Incendeia tudo em mim
E a mão ausente, sinto-a!

Meu corpo carente sofre
Minhas pernas se fecham
Contraio as entranhas
Como quem se protege
A mão ausente persiste

A pele macia transpira
O cheiro da fêmea aflora
A mão ausente explora

Delirando, estou sonhando
Aos toques vou cedendo 
Arrepios vão contagiando
Excitada vou ficando!

Ah! Mão ausente que masturba!
Que toca e confere
O benfeitor ausente
Mas, a mão está presente
Vai, não para agora
Vai, vai, vai
O corpo nú, suado cai
O fazer amor foi solitário!

...depois do gozo
tento a suavidade do repouso
A mão ausente se vai
E fica o pranto que cai!

 

 

 

Estrela


 

 

 



Escrito por Estrela às 13h05
[] [envie esta mensagem]



SÓ LEIA SE TIVER INTENSIDADE PARA ME ENTENDER

QUEM VAI ME BUSCAR

NAS ESQUINAS PERDIDAS DA NOITE?

QUEM VIA ME BUSCAR

NAS CANÇÕES PEREGRINAS DE CADA BAR?

ENTRE AS SOMBRAS ALONGADAS DO CAIS.

VEM ME BUSCAR

E SEGUIR OS MEUS RASTROS COM TEUS RASTROS

SE ARRASTAR NAS AREIAS DO UNIVERSO

VEM CAÇAR MEUS DEFEITOS

JÁ QUE MINHAS VIRTUDES

SE PERDERAM EM MINHA SAUDADE.

VEM ME BUSCAR NO FUNDO DE CADA CARÍCIA,

NA LOUCURA DE CADA FANTASIA,

EM CADA BOFETADA QUE ME DESTE.

VEM ME BUSCAR EM CADA CALÇADA,

EM RUAS ESFOMEADAS PELOS ECOS

DE MEUS PASSOS PERDIDOS

NESTES CAMINHOS INCERTOS

POR ONDE ANDEI SEM DEITAR.

ME PROCURA NOS MISTÉRIOS DE MINHAS LOUCURAS

EM MEUS CONTOS CHEIOS DE FANTASIAS,

ME PROCURE EM CADA CASAL ENTORPECIDO

QUE BUSCA EM CADA CANTO DENTRO DOS CARROS

O ENCONTRO COM O EXTASE.

VEM ME ACHAR NO GOZO DE MINHAS POESIAS ALADAS

QUE RASGAM O ÚTERO DE MEUS SENTIMENTOS

ETÉREOS E NAS MIRAGENS DE MINHA ALMA.

POIS QUANDO ME ENCONTRARES

INCANSÁVEL A BUSCAR

ENTREGA-SE A MIM.

 

NESTA ENTREGA INCONDICIONAL

TER TEU CORPO ASSIM ENTREGUE

LANGUIDO E INCENDIADO ASSIM AOS MEUS TROQUES

ALVO COMO AREIA DA PRAIA

NUA, E VESTIDAS POR TODOS OS MEUS SONHOS E DESEJOS

E POR MEUS BEIJOS

TER TUA PELE ENTREGUE AO FUROR DE MINHA BOCA

AO MERGULHO QUE ME ENCENDEIA EM TEU CALOR

OUVIR-TE OS MURMURIOS, OS GEMIDOS

A ENLOUQUECER A MINHA MENTE

ENQUANTO TE ENLOUQUEÇO EM MIM

TER TUA BOCA  EM ENTREGA INCONDICIONAL A MINHA BOCA

AO PASSEIO VERTIGINOSO EM TI

ME EMBRIAGAR ENTRE TUAS PERNAS

IMPREGNANDO-ME DO TEU PERFUME

QUE ME ENTREGA A LOUCURA, DESEJOS E SONHOS

TEUS OLHOS A DESCOBRIR A LUZ

E TEUS SEIOS E TUAS MÃOS PASSEANDO PELO MEU CORPO

TUA BOCA DESLIZANDO SOBRE MEU VENTRE

NA BUSCA INCANSÁVEL DE MEU SEXO

MAS TUDO ISSO NÃO É DADA

NADA SIGNIFICA, NAFDA IMPORTA

SE ALÉM DESTA ENTREGA CONDICIONAL

TÚ NÃO ENTREGAR-ME POR UM SEGUNDO

A TUA ALMA.

ENTREGAREI-TE O QUE DE MAIS PRECIOSO POSSUO,

MEU CORPO E MINHA ALMA.

E SE NÃO FOR O SUFICIENTE

TE ACOLHEREI DENTRO DE MEU PEITO

MAS LEMBRE-SE E NUNCA TE ESQUEÇA

QUANDO O AMOR FALHAR,

QUANDO A CHAMA TEIMAR EM SE APAGAR

QUERO QUE PARTA ANTES DO CHOQUE

LEVA CONTIGO OS MOMENTOS BONS

DEIXA COMIGO A SAUDADE QUE ME ACOLHE

FECHA A PORTA, APAGUE A LUZ

NÃO OLHE PRA TRÁS,

E NÃO ME CONDENE POR ESTE MEU JEITO DE SER.

INSANO, PROFANO, LOUCO E INFIEL.



Escrito por Estrela às 21h49
[] [envie esta mensagem]



HOJE.....

 
Já não tenho pressa...
Ando em passos lentos...
Vivo cada novo momento...
E faço na vida um novo traço...
Vivo até mesmo do meu abraço...
Se canto...
Se rio...
Se choro...
Se tropeço...
Se caio e vou ao chão...
Tudo é motivo prá uma nova inspiração...
Vou levantando e aprendendo...
Com cada escorregão...
Fazendo da própria existência...
Num sorriso; Uma canção...
Viver é uma dádiva em emoção...
Quero seguir em frente...
Sempre levando amor na mente...
Plantando d'ele muito mais sementes...
Transbordando o coração...
Sem pressa; Vou em paz...
É a vida que se refaz!
 
Estrela


Escrito por Estrela às 21h29
[] [envie esta mensagem]




[ ver mensagens anteriores ]